Estranho-me sem ti querida A.
Sinto a falta dos teus braços em redor do meu corpo. Do sabor dos teus lábios. Do prazer do teu olhar.
Em breve nos veremos amor meu.
Teu sempre,
J.
Holanda, 1972
Estranho-me sem ti querida A.
Sinto a falta dos teus braços em redor do meu corpo. Do sabor dos teus lábios. Do prazer do teu olhar.
Em breve nos veremos amor meu.
Teu sempre,
J.
Holanda, 1972
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I remember you well in the Chelsea Hotel.
Those were the days dear J.
My heart is yours, as it as been, always.
A thousand kisses deep,
J
Manhattan, NYC, 1968
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Este carteiro servirá outros propósitos! Stop
Lá para meados de 2009. Stop
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The Postman got a new outfit!
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Oh the weather outside is frightful,
But the fire is so delightful,
And since we've no place to go,
Let It Snow! Let It Snow! Let It Snow!
It doesn't show signs of Pauseping,
And I've bought some corn for popping,
The lights are turned way down low,
Let It Snow! Let It Snow! Let It Snow!
When we finally kiss goodnight,
How I'll hate going out in the storm!
But if you'll really hold me tight,
All the way home I'll be warm.
The fire is slowly dying,
And, my dear, we're still good-bying,
But as long as you love me so,
Let It Snow! Let It Snow! Let It Snow!
Também porque nevava lá fora…
Foi mágico!
Sierra Nevada, 2008
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Madame, c’est tout ce que je peux vous dire…
…c’est aussi tout ce que je veux dire.
Paris*, 1970
PS:
(…)
“Moi je t’offrirai
Des perles de pluie
Venues de pays
Où il ne pleut pas
Je creuserai la terre
Jusqu’apres ma mort
Pour couvrir ton corps
D’or et de lumière
Je ferai un domaine
Où l’amour sera roi
Où l’amour sera loi
Où tu seras reine
Ne me quitte pas (4 fois)
Ne me quitte pas
Je t’inventerai
Des mots insensés
Que tu comprendras
Je te parlerai
De ces amants là
Qui ont vu deux fois
Leurs coeurs s’embraser
Je te racont’rai
L’histoire de ce roi
Mort de n’avoir pas
Pu te rencontrer
Ne me quitte pas (4 fois)”
(…)
* Neste mesmo dia num ano de sonho.
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Querida A.
Afloram-me as saudades.
Na verdade nunca me dão tréguas, as malditas benditas. Chegam sempre de mansinho e de repente explodem. Nunca as sinto chegar, são traiçoeiras. Tem mil formas, cores e feitios – camuflagem perfeita.
Hoje, recordo o Baú:
“Hoje sinto que
se o eu de ontem visse o eu de hoje
saberia que eu era eu.”
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